O frete ficou mais complexo. E ninguém avisou que viria com manual.
Contratar frete hoje não é simplesmente escolher uma transportadora, negociar um valor e emitir uma ordem de coleta. Existem prazos, regiões, tabelas, faixas de peso, cubagem, adicionais, restrições operacionais e, principalmente, a necessidade de entregar no prazo sem transformar o transporte em um buraco negro de custos.
“O frete mais barato nem sempre é o menor custo. E o frete mais caro nem sempre é o melhor serviço.”
O problema é que muitas empresas ainda tomam essas decisões com informações espalhadas entre ERP, planilhas, e-mails, sistemas das transportadoras e até aquela velha consulta “com o pessoal do financeiro”. Quando a informação finalmente chega, a decisão já foi tomada.
Escolher a transportadora certa é uma decisão de negócio
Preço é importante, claro. Mas prazo de entrega, índice de ocorrências, abrangência regional, performance histórica e capacidade operacional também deveriam entrar na conta. Uma transportadora pode parecer excelente em determinada rota e ser uma péssima escolha em outra.
O problema não é falta de sistemas. É falta de informação útil.
Muitas empresas já possuem ERP, TMS, WMS, plataformas de marketplace e dezenas de outras ferramentas. Mesmo assim, continuam dependendo de planilhas para comparar fretes, conferir prazos ou descobrir por que determinada operação está ficando mais cara.
E existe um perigo ainda maior: investir milhares de reais em uma ferramenta que, na prática, não resolve o problema que motivou a contratação. O sistema entra, o projeto termina, a mensalidade continua... e a equipe continua fazendo boa parte do trabalho manualmente.
Uma ferramenta de gestão precisa gerar retorno, não apenas gerar relatórios
É justamente aí que ferramentas auxiliares podem fazer diferença. O eFretes, por exemplo, pode centralizar informações de frete, comparar alternativas, apoiar a escolha de transportadores, acompanhar prazos e ajudar a identificar onde estão os custos e problemas da operação.
O objetivo não é substituir o ERP nem criar mais uma camada de burocracia. É transformar dados que já existem na operação em decisões melhores: contratar melhor, pagar melhor, entregar melhor e identificar rapidamente onde existe dinheiro sendo perdido.
O melhor sistema é aquele que se paga
Quando uma ferramenta ajuda a reduzir custos de transporte, melhorar o cumprimento de prazos e escolher o transportador adequado para cada operação, ela deixa de ser simplesmente um sistema de controle. Passa a ser uma ferramenta de resultado.
Antes de investir em mais um software, talvez a pergunta certa não seja “quanto ele custa?”, mas sim: “quanto ele pode fazer minha empresa economizar ou ganhar?”
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